
Trabalhar em altura não é uma tarefa simples e, ao contrário do que muitos pensam, a atividade não depende apenas de familiaridade com o ambiente de obra. Envolve planejamento, técnica, equipamentos adequados e, principalmente, conhecimento profundo das normas de segurança. Nesse cenário, a NR 35 se destaca como a base de toda operação segura.
Para quem opera plataformas elevatórias, dominar a NR 35 é indispensável. Assim como saber manejar os controles da máquina, entender cada exigência da norma faz do operador um profissional mais preparado, mais seguro e muito mais valorizado no mercado.
Neste guia, vamos destrinchar os pilares da NR 35, explicar os sistemas de proteção, detalhar as responsabilidades de cada papel envolvido, apresentar os procedimentos essenciais para emergências e explicar por que a Lokan faz questão de garantir a aplicação de cada etapa nos equipamentos que disponibiliza aos seus clientes. Acompanhe!
A NR 35 estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para garantir a segurança em qualquer atividade realizada em altura, incluindo definição de responsabilidades, procedimentos obrigatórios, exigências de treinamento e capacitação, além da implementação de sistemas de proteção contra quedas.
Em outras palavras, a NR 35 funciona como um manual completo para reduzir riscos, padronizar processos e preservar vidas, e por isso é tão essencial para todo operador de plataforma elevatória.
A seguir, vamos aprofundar seus três pilares fundamentais e mostrar, de forma prática, como cada um deles se aplica ao dia a dia da operação.
A NR 35 determina que nenhuma atividade em altura pode começar sem uma Análise de Risco (AR). Esse processo identifica, avalia e documenta os riscos envolvidos na operação, permitindo que sejam adotadas medidas de prevenção adequadas.
Uma AR completa deve considerar:
O objetivo é simples: identificar perigos antes que eles se tornem acidentes, garantindo que a atividade só comece quando o ambiente estiver seguro.
A norma define com precisão o papel de cada agente envolvido na atividade em altura.
A NR 35 exige que o trabalhador seja capacitado e autorizado antes de realizar qualquer atividade em altura. Isso inclui:
Logo, a capacitação não se impõe apenas como um simples requisito burocrático, garantindo que o trabalhador tenha conhecimento técnico para enfrentar os desafios reais da operação em plataformas elevatórias.
E, para apoiar operadores e equipes que desejam ir além do básico, a Lokan oferece treinamentos especializados que incluem conteúdos da própria NR 35 como pauta essencial.
São programas completos, desenvolvidos para preparar profissionais tanto no uso seguro das Plataformas Elevatórias Móveis de Trabalho (PEMT) quanto na montagem correta de andaimes multidirecionais, fachadeiros e tubulares.
Esses treinamentos combinam componentes teóricos, aulas práticas, avaliação e certificação, garantindo que cada participante compreenda as normas aplicáveis, domine as melhores práticas do setor e esteja realmente apto a trabalhar com segurança, eficiência e conformidade.
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A NR 35 determina que todo trabalho em altura deve contar com medidas de proteção coletiva e individual, estruturadas de forma a eliminar ou reduzir ao máximo o risco de quedas.
No caso das plataformas elevatórias, essa proteção é composta por dois sistemas complementares: o SPCQ (Sistema de Proteção Coletiva Contra Quedas), representado pela própria cesta da plataforma; e o SPIQ (Sistema de Proteção Individual Contra Quedas), formado pelo conjunto de EPIs que o operador precisa utilizar obrigatoriamente.
Cada elemento tem uma função essencial para garantir que o operador esteja seguro durante toda a operação. Vamos entender cada um deles:
O cinto de segurança tipo paraquedista é o único modelo permitido para trabalho em altura segundo a NR 35. Ele envolve o tronco, os ombros e as pernas do trabalhador, distribuindo o impacto em caso de queda de maneira muito mais eficiente do que cintos simples ou abdominais.
Sua função é manter o operador conectado ao ponto de ancoragem da cesta e garantir sustentação e estabilidade, mesmo em situações inesperadas. Sem ele, a operação não deve sequer ser iniciada.
O talabarte é o equipamento que liga o cinto paraquedista ao ponto de ancoragem da plataforma. Pode ser simples ou duplo, este último permitindo que o operador se movimente mantendo sempre pelo menos um ponto de conexão ativo, mesmo ao mudar de posição.
Em plataformas elevatórias, o talabarte deve ser preso exclusivamente ao ponto de ancoragem indicado pelo fabricante, nunca às grades ou a estruturas improvisadas, garantindo a eficácia do sistema de proteção.
O absorvedor de energia é um dispositivo acoplado ao talabarte responsável por reduzir a força de impacto sobre o corpo do operador caso ocorra uma queda. Ele funciona como um “amortecedor”, dissipando parte da energia gerada pelo impacto.
Esse componente é indispensável e faz parte do SPIQ, ajudando a minimizar lesões e aumentar significativamente a segurança da operação.
Esses sistemas, tanto coletivo quanto individual, trabalham juntos para garantir a proteção contra quedas, reforçando a importância de operar plataformas elevatórias sempre em conformidade com a NR 35.
Trabalhar em altura exige preparo não apenas para a operação em si, mas também para lidar com situações inesperadas. Por isso, a NR 35 determina que todo trabalho em altura deve possuir um plano de emergência e salvamento, elaborado antes do início da atividade e conhecido por toda a equipe envolvida.
Esse planejamento garante que, caso algum incidente ocorra, a resposta seja rápida, organizada e eficaz, reduzindo danos e salvando vidas. Veja os pontos essenciais:
A norma exige que cada atividade em altura tenha um plano estruturado contendo:
Esse plano deve ser conhecido por todos os envolvidos: operador, supervisão, equipe de apoio e demais profissionais da obra.
Plataformas elevatórias contam com sistemas de descida manual, que permitem baixar a cesta de forma segura em caso de falha elétrica, pane total ou problema operacional.
Todo operador autorizado pela NR 35 deve saber onde fica esse sistema, ter sido treinado para acioná-lo corretamente e conseguir orientar outra pessoa a operá-lo caso não esteja em condições de fazê-lo.
A equipe precisa estar preparada para agir rapidamente se o operador apresentar mal súbito, vertigem, desmaio ou qualquer outro problema de saúde. Nesse cenário, é fundamental:
Se houver falha total do equipamento, o procedimento deve seguir o plano de resgate estabelecido, evitando improvisações que possam aumentar o risco.
Em resumo, os procedimentos de emergência da NR 35 garantem que a equipe saiba exatamente o que fazer se algo fugir do esperado, aumentando a segurança da operação e reduzindo o impacto de eventuais incidentes.

Registrar análises de risco, autorizações e procedimentos é parte essencial da NR 35.
A NR 35 não é uma formalidade, tampouco um conjunto de regras burocráticas. Ela é, na prática, um manual de segurança essencial para qualquer trabalho em altura, especialmente para quem opera plataformas elevatórias.
Seguir a NR 35 significa trabalhar com planejamento, responsabilidade e respeito à vida. É essa postura que diferencia um operador comum de um profissional de excelência, capaz de agir com técnica, avaliar riscos, interromper atividades inseguras e tomar decisões assertivas no canteiro de obras.
Na Lokan, acreditamos que segurança é um valor inegociável. Por isso, não apenas oferecemos equipamentos modernos e em conformidade com todas as normas, como também incentivamos e orientamos nossos clientes a adotarem uma cultura de prevenção em cada etapa do trabalho em altura.
Entre em contato conosco para garantir a locação de plataformas elevatórias seguras, revisadas e alinhadas às melhores práticas exigidas pela NR 35. Nossa equipe está pronta para ajudar você a planejar sua operação com confiança e tranquilidade.
E se você busca se manter atualizado sobre normas, boas práticas e tendências do setor, continue acompanhando o nosso blog: um espaço feito para quem entende que segurança e produtividade devem caminhar sempre lado a lado.